Jhenifer
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Artigos por Jhenifer
Autora Marcia Cristina Silva lê para crianças seu livro Violeta
11/05/12
A escritora Marcia Cristina Silva marcará presença no próximo Sábado das Crianças. Dia 02 de junho, a partir das 15 horas, a autora lerá o seu livro Violeta para a criançada que comparecer a Estação das Letras. A intenção é fazer uma leitura interativa do texto, com a participação das crianças, para reinventar a história.
Sobre a autora:
Especialista em literatura infanto-juvenil pela UFF. Mestre em Teoria Literária pela UFRJ. Autora dos livros O Colecionador de Segredos (Brinque-Book, 2004), Violeta (DCL, 2006), Olhos de Violino (FTD, 2008) e Salto de borboleta, pela coleção Bem-Me-Quer do projeto INDICA (2009). Finalista do prêmio João de Barro 2007, com um texto ainda inédito. Atualmente é doutoranda em Literatura Brasileira na UFRJ.
Site: www.marciacristinasilva.com.br
Sinopse do livro:
Em seu jardim de sonhos, a autora colheu Violeta. Mas ela não queria ser protagonista de nenhuma história. Menina ou flor, tinha vida própria: como flor queria viver ao sabor dos ventos; como menina, queria encontrar seu amor. A autora não desistiu: mas Violeta acabou entrando por uma letra e saindo antes do ponto final… Salmo Dansa ilustra essa história com as flores e cores de que os sonhos são feitos.
Escritor Cesar Cardoso lança na Estação das Letras seu livro infantil O Que É Que Não É?
26/04/12
Ilustrado por Cris Alhadeff, o livro O Que É Que Não É? funciona como um jogo de esconde-esconde entre as imagens e o texto, onde um inocente chafariz pode virar um esguicho de baleia e um enorme transatlântico se transforma num barco de brinquedo numa banheira. Mal saiu do forno, o livro já foi selecionado para o Programa Nacional de Biblioteca da Escola – PNBE, e chegará às bibliotecas das escolas públicas de todo o país.
O lançamento do livro abre um novo espaço da Estação das Letras, dedicado ao encontro de escritores com o público infantil. Cesar vai contar a história e conversar com a garotada que comparecer à Estação das Letras.
Vai ser no sábado, dia 5 de maio, a partir das 15 horas. A Estação das Letras fica na Rua Marquês de Abrantes, 177, Flamengo, Rio de Janeiro.
O AUTOR
CESAR CARDOSO nasceu em 1955 e é formado em Letras pela UFRJ. Poeta, fotógrafo, contista, humorista e escritor de literatura infantil, Cesar escreveu para os jornais O Pasquim e O Planeta Diário, colaborou com a revista Caros Amigos e é roteirista de TV, tendo escrito, entre outros, TV Pirata, Sai De Baixo, A Grande Família e Toma Lá Dá Cá. Atualmente escreve Os Caras de Pau.
Voltando à literatura infantil, Cesar publicou dois títulos pela Editora Biruta: O Que É Que Não É?, que foi selecionado para o PNBE – Programa Nacional de Biblioteca Escolar – 2012 – e Você Não Vai Abrir?
Este ano também lançará Capoeira, Camará, com ilustrações de Graça Lima, pela editora Paulus, e Quem Pegou a Ponta Sumida
do Meu Chapéu de Três Pontas Que Agora Só Tem Duas? , também pela Biruta.
(E mail: cesarcar@uninet.com.br )
A ILUSTRADORA
Desenhar e trabalhar com arte sempre foram constantes na vida de CRIS ALHADEFF. A ilustradora e designer nasceu e cresceu no Rio de Janeiro. Cursou desenho industrial na Escola de Belas Artes e formou-se em 1995. De lá para cá trilhou os mais diversos caminhos, entre os quais projetos de sinalização, design e desenvolvimento de multimídia, design sustentável, comunicação e marketing, desenvolvimento de identidades visuais e web design.
Atualmente suas ilustrações podem também ser vistas em livros infantis e nos sites ilustrationfriday.com e eraumavez.com.br
ENTREVISTA COM O AUTOR
O QUE É QUE NÃO É?
– UM LIVRO BRINCANDO COM O LEITOR E A LEITURA –
Cesar Cardoso é um escritor versátil. Escreve contos, crônicas, poesia, humor e literatura infantil. Nessa área, ele já havia publicado quatro livros e agora lança pela Editora Biruta o livro O Que É Que Não É?
Entrevistador – Cesar, vamos começar te perguntando o que teu livro diz: o que é que não é?
Cesar – O título resume a brincadeira que comanda todo o livro. Sempre os leitores se deparam com uma imagem que parece uma coisa, mas, na página seguinte, eles percebem que se trata de outra coisa. Por exemplo, logo na primeira pergunta: “Uma patinha, / por onde anda, / tão sozinha?”, o leitor vê o desenho de uma pequena pata. Mas ao virar a página: “Sozinha? Que ideia! / Sou uma das cem patas / desta centopéia.” E a imagem mostra a tal patinha fazendo parte da centopéia. E assim o livro segue, sempre brincando com esse desencontro.
E – De onde veio a ideia de brincar com desencontros?
C – É sempre curioso como surgem as idéias. Num sábado, eu estava indo de ônibus para Petrópolis almoçar com a minha irmã e relia um poema do Manuel Bandeira onde ele diz: “O que não tenho e desejo / é o que melhor me enriquece.” É tão bonita essa contradição! E todo o poema do Bandeira trabalha essa ideia. Ele termina dizendo: “Não faço versos de guerra / não faço porque não sei / mas num torpedo suicida / darei de bom grado a vida / na luta em que não lutei”.
Daí eu parei a leitura e fiquei pensando em todas as nossas contradições, como a grande contradição que é viver ou mesmo escrever poesia, literatura. E foi então que me veio a primeira ideia para o livro. Um navio, que parece um grande transatlântico mas que quando olhamos mais de perto não passa de um barco de brinquedo numa banheira cheia dágua.
- E esse navio pelos mares?
Vai navegar pra que lugares?
- Eu? Estou boiando na banheira.
Sou um barco de brinquedo,
minha viagem é bem ligeira.
Então, nesse fim de semana petropolitano eu comecei a escrever o livro. Fui criando textos com várias dessas contradições nas mais diferentes situações. E depois escolhi as que gostei mais e que cabiam dentro de uma determinada ordem que dei ao livro.
E – A ilustração segue essa contradição, não é?
C – A parte visual é fundamental na estrutura do livro. É ela que mostra o que o texto fala, como se fosse um filme. Aliás, acho que esse livro daria uma bela animação. Quem sabe? A ilustradora percebeu isso e caminhou junto com o texto, o que transformou “O Que É Que Não É?” num belo objeto gráfico para as crianças.
E – E a linguagem?
C – É um texto poético. Uma poesia que flerta com a prosa, mas é poesia. Sempre seguindo essa estrutura de contradição dividida em duas páginas, por vezes a rima está em cada página e por vezes a rima vai se completar na página seguinte. Tentei cuidar bastante da sonoridade. É um livro que o próprio leitor pode pegar e degustar sozinho, numa leitura silenciosa, mas que também pode ser lido em voz alta para alguém que vai vendo as imagens. Em cada leitura há uma riqueza diferente.
E – Você trabalha com a poesia, mas seu livro também tem humor.
C – Com certeza. Essa estrutura do livro, em que a primeira coisa que vemos acaba se revelando uma outra, é uma das formas mais tradicionais de se criar humor, a famosa quebra de ritmo: uma coisa vem acontecendo de um jeito e de repente acontece de outro. Ora, a piada mais antiga do mundo – que é o sujeito que vem andando e escorrega na casca de banana – é exatamente isso: uma quebra de ritmo. Meus textos quase sempre trabalham com algum tipo de humor. Vejo uma semelhança muito grande entre o humor e a poesia.
E – Você escreve textos de humor?
C – Sim, escrevo para televisão, e já escrevi na revista Caros Amigos e em jornais como O Pasquim e O Planeta Diário. O humor me veio pela família. Meu pai era um grande piadista.
E – E a literatura, como veio?
C – Bom, o que primeiro aconteceu comigo foi ter um avô que me contava histórias. Histórias inventadas ou até reais – de reis e rainhas de sua terra, Portugal. Mas sempre com uma aura de fantasia e imaginação que me encantava, lá nos meus quatro, cinco anos. Daí que, durante minha infância, eu fuçava os livros que tinha em casa e descobri, maravilhado, Monteiro Lobato. Lembro de ter lido quatro ou cinco vezes História do Mundo para Crianças, Geografia de Dona Benta, Viagem ao Céu… Descobri também uma coleção chamada Tesouro da Juventude, onde me divertia em meio a fábulas e histórias reais. Eu gostava tanto de conhecer o mundo através da leitura que mais tarde eu quis inventar minhas próprias histórias. E é o que faço. Passo o dia lendo e escrevendo.
E – E tem muitos projetos?
C – Demais, eu acho. Tenho que fazer força pra não me perder no meio das minhas ideias e conseguir levá-las adiante com alguma ordem. Mas tenho pelo menos mais um projeto em que acabei de botar o ponto final. Chama-se Quem Pegou Uma Ponta do Meu Chapéu de Três Pontas Que Agora Só Tem Duas?
E – Sobre o que é esse outro livro?
C – Um garoto acorda numa manhã e descobre que sumiu uma ponta do seu chapéu de três pontas. E ele só tem até as sete da noite para resolver esse mistério. É uma novela policial para a garotada e será lançada pela Editora Biruta, ainda este ano. Um texto em prosa que também tem muito humor. Escrevê-lo deu um bom trabalho e foi divertido. Espero que os leitores se divirtam também. Aliás também espero ir conversar com eles, seja nas escolas ou pela internet. Um dos grandes baratos da literatura infantil é que ela possibilita muito o encontro entre o escritor e seu leitor, nas feiras de livro e nas escolas. Nesse encontro, além do retorno sobre o que eu escrevi, posso seguir pensando sobre escrever.
E – … E criar novos projetos…
C – Com certeza. Escrever, escrever, escrever. Me lembro do verso do Assis Valente, naquela música de Natal que ele compôs: “E a tal felicidade eu pensei que fosse uma brincadeira de papel.” Ou então, mais uma vez os versos do Bandeira:
“Vi terras de minha terra
Por outras terras andei
Mas o que ficou marcado
No meu olhar fatigado,
Foram terras que inventei.”
SE UM BRASILEIRO NUM DIA DE DEZEMBRO… (Texto de Caio Fernando Abreu)
21/12/11
Suponha que um anjo bata à sua porta. Não se espante: é final de ano e tradicionalmente, como os balões de junho, esta data é propícia ao aparecimento de anjos. Para evitar constrangimentos ou diálogos inúteis, você está sozinho em casa. Então o anjo bate, depois você larga o que estiver fazendo, abre a porta e convida-o para entrar e sentar, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Como a coisa mais natural do mundo, quando chega visita, também porque faz calor, e ainda ou principalmente porque algo em você sempre soube que deve-se ser gentil com anjos, você pergunta se ele gostaria de beber alguma coisa. Evite fazer isso: afinal, o que um anjo bebe? Café parece inadequado, quente demais para chá, difícil imaginar refrigerante ou cerveja, uísque ainda mais, suco de frutas talvez? Não ofereça nada, sequer faça qualquer comentário sobre o tempo ou aquelas perguntas para forçar intimidades tipo então, como vaio Gabriel?
Não, não pergunte nada. Pense apenas que, se um anjo bateu exatamente à sua porta nesta época do ano, e se tão exato entrou e sentou à sua frente, ninguém melhor do que ele saberá, com exatidão, o que fazer. Então espere. Não fique tentando descobrir se seria arcanjo, querubim ou serafim, nem se barroco, gótico ou medieval. Também tente serenizar a memória que certamente vai disparar feito computador, enumerando todas as imagens angélicas arquivadas desde a infância, ou até antes. Controle a tentação de achá-lo a cara daquele anjo da guarda com as mãos estendidas sobre as crianças à beira do abismo; afugente o anjo patético de García Márquez caído num galinheiro; esqueça o anjo cego Pygar carregando Barbarela pelos céus: um anjo é todos os anjos, sobretudo em dezembro. Concentre-seneste, pousado à sua frente.
Suponha que você está sentado imóvel e calado à frente de um anjo em sua própria casa, numa manhã ou tarde ou noite deste dezembro. Isso dura algum tempo, parado feito um fotograma. E atenção: estou certo que só depois que o anjo perceber que você parou de corpo e mente, e portanto abriu-se para ele, aceitando-o sem ohs!, é que vai começar a falar. Não uma voz de som, compreenda, mas uma voz dentro de você mesmo, muito clara, embora de certa forma abstrata, porque não-sonora. Com essa voz e nesse momento, o anjo vai dizer a você que pode pedir qualquer coisa. Mas qualquer, qualquer mesmo?, você pergunta ávido.
Calma, calma: chegamos ao ponto. Eu aviso porque sei que, quando o anjo falar, será muito fácil sua mente desenfrear-se desgovernada por carros, amores, apartamentos, viagens, iates e toda essa espécie de prazeres. Bastardos, bradará o anjo. Porque — atenção! — se você for pessoal, haverá em seguida um ruflar de asas, um clarão, e o anjo desaparecerá sem atender pedido algum, sem deixar nenhum sinal.
É que, a grande revelação eu faço agora, os anjos deste dezembro não são pessoais. Concentrado e fervoroso, então, peça pelo País, por este onde estamos agora os três. Eu, você, o anjo. Que se banhe de luz, peça, e não só isso, peça abstrações como justiça, paz, dignidade, honestidade, e peça ainda o concreto de estradas, escolas, trabalho, comida. Feche os olhos, enumere tudo, com todos os detalhes. Não importa que demore muito, e certamente vai demorar: o País tem todos os defeitos do mundo. Mas os anjos, eles também têm todo o tempo do mundo.
Agora abra os olhos. Suponha que você tenha terminado de ler este texto. Suponha que você não acreditaem anjos. Suponha que você joga o jornal de lado aborrecido e assim nesse movimento de folhas voando, voa também entre elas uma pena pelo ar. Branca, leve, inconfundível. Que estranho, você pensa, parece de anjo. É neste momento que alguém bate à sua porta.
Do livro: Pequenas Epifanias, de Caio Fernando Abreu
Texto do professor Antônio Torres, que irá participar do curso “Como se escreve um romance”, em janeiro de 2012.
14/12/11
Estação das Letras tem curso pioneiro de e-books no Brasil
08/11/11
No mês em que se comemora o Dia Internacional do Livro, a Estação das Letras coloca na rua, em parceria com o Publishnews, a segunda edição [a primeira aconteceu em junho] do curso “Editando livros digitais”. A novidade fica por conta da realização do curso em São Paulo , além do Rio de Janeiro. O objetivo deste curso é fazer um panorama do mercado de livros digitais, ao longo de 22 horas de aula nos sábados 19 e 26 novembro e 3 e 10 de dezembro, das 10h às 17h.
Esta edição, ao contar com apoio especial do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), disponibiliza desconto de 15% aos associados do Sindicato. As aulas acontecem nas sedes do Snel no Rio (Rua da Ajuda, 35, 18 andar, Centro) e em São Paulo (Avenida Ibijaú, 331. Cj.81, Moema).
- A demanda pela segunda edição veio pelo enorme sucesso da primeira. Temos certeza de que repetiremos o feito, já que é um curso pioneiro no Brasil sobre o tema, cada vez mais difundido entre profissionais, curiosos e público em geral, afirma Suzana Vargas, fundadora e coordenadora da Estação das Letras, e chama atenção para seminários e afins que se diferem do “Editando livros digitais” porque este ensina como fazer.
A programação reúne os renomados Carlo Carrenho, Cristiane Costa, Roberto Cassano, José Henrique Grossi, Bruno Valente e Camila Cabete na discussão de pontos acerca do mercado digital nacional e internacional; estratégias de marketing para e-books, apps, pequenas editoras e processo de produção do livro, bem como sobre vantagens da impressão por demanda.
Quem quiser saber mais sobre a programação deve clicar em http://estacaodasletras.com.br/cursos/cursos-novembro-de-2011/. As reservas no Rio serão feitas pelo site da Casa (www.estacaodaslertras.com.br) e as de São Paulo, diretamente com o Publishnews. As vagas são limitadas.
Andréa Drummond – deadrummond@yahoo.com.br
Matéria publicada no site mundomulher.com.br em 08/11/2011
Os melhores jovens escritores brasileiros
28/09/11
A revista Granta em português, publicada no Brasil pelo selo Alfaguara, da Editora Objetiva, iniciou o processo de seleção para lançar, em julho de 2012, uma edição especial com Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros.
A edição segue tradição consagrada pela Granta inglesa. Desde 1983, a cada dez anos Granta publica um número intitulado Os Melhores Jovens Escritores Britânicos. Estas coletâneas revelaram autores vibrantes, originais, que definiram novos rumos para a literatura inglesa. O mesmo conceito e formato seriam repetidos em 1996 e 2006 em edições de Os Melhores Jovens Escritores Norte-Americanos e, em 2010, com Os Melhores Jovens Escritores em Língua Espanhola.
Agora, Alfaguara e Granta em português anunciam o primeiro número de Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros. Para compor este primeiro número, serão considerados escritores com menos de 40 anos de idade, que tenham publicado ou assinado contrato para publicar obra de ficção.
Para se inscrever, é preciso enviar à revista um conto ou trecho de romance, inéditos. Não serão considerados textos de não ficção, ensaio ou poesia. As inscrições, abertas em 10 de julho de 2011, foram prorrogadas até 14 de outubro de 2011, devido à greve dos Correios.
Os textos inscritos serão avaliados por uma comissão de sete jurados, composta por quatro profissionais de renome no cenário da literatura brasileira, dois editores de Granta em português e um jurado selecionado em conjunto pelos editores da Granta inglesa e brasileira. A edição Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros será publicada em outubro de 2012 por Granta no Reino Unido e, em 2013, nos países de língua espanhola.
Granta é hoje a revista literária mais célebre e influente de língua inglesa. Lançada quatro vezes ao ano, tem uma tiragem média de 70 mil exemplares distribuídos no Reino Unido e nos Estados Unidos, e 45 mil assinantes em todo o mundo. Cada edição reúne textos inéditos de ficção e não ficção, como contos, trechos de romances, relatos pessoais e jornalismo literário.
Ao longo dos anos, Granta se estabeleceu como uma revista que lança novos autores, além de publicar textos de nomes já consagrados, como Saul Bellow, Julian Barnes, Edmund White, Mario Vargas Llosa, Joyce Carol Oates, Gabriel García Márquez, Milan Kundera, Raymond Carver e Paul Theroux. Publicou também algumas das reportagens mais marcantes do jornalismo contemporâneo. A revista foi fundada em 1889 por alunos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e batizada de The Granta, nome do rio que banha a cidade. A intenção era publicar um periódico sobre política universitária, polêmicas estudantis e textos literários. Em 1979, após uma reformulação completa da revista, ela adquiriu o formato e o estilo que mantém até hoje.
Fonte: grantaemportugues.com.br
Oficina de Autoficção
16/09/11
A professora da Oficina de Autoficção - Ana Letícia Leal – fala de sua experiência, 3 anos e meio após a primeira turma, através da crônica de um dos alunos.
Blog: diariosbordados.blogspot.com
Post: 14 de setembro de 2011 – Oficina de autoficção
Entrevista com João Paulo Vaz no Sobrecapa Literal
06/09/11
Em entrevista ao jornal Sobrecapa Literal, João Paulo Vaz fala de sua experiência e do trabalho que pretende realizar com o público jovem na Oficina de Conto para Jovens, que começa no próximo dia 13 na Estação das Letras.
Confiram: Edição de setembro – Sobrecapa Literal


